Farhad Hakimzadeh não é um criminoso comum, ele é um "estripador" de livros... Durante sete anos, ele foi responsável por arrancar a bisturi páginas de livros antigos dentro das dependências da Biblioteca Britânica, em Londres. Segundo noticiado, o acadêmico formado em Harvard e ex-diretor da Iran Heritage Foundation (também em Londres), teria feito o mesmo em Oxford. Seu alvo, como autor de obras sobre viajantes europeus e suas aventuras pela Mesopotâmia, Pérsia e Império Mongol, eram documentos que retratavam a China e o Oriente Médio.

Tudo bem, concordo que ele cometeu um "assassinato histórico", pois além de destruir documentos valiosos, impediu que outros tivessem acesso ao mesmo conhecimento que ele teve um dia. Mas por outro lado, não deixa de ser um fato curioso. Quem dera que os crimes no Brasil se reduzissem à "ladrões de livros"...

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