Suicídio de animais: será esse o nosso futuro?

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Vídeo produzido pela ONG Quercus de Portugal sobre o aquecimento global e suas consequências, sob o lema "Aquecimento Global: se nós desistirmos, eles desistem". Não há o que comentar, as imagens dizem tudo. Além desse vídeo, existem outros na Quercus TV

Informações sobre a Quercus:

Um pouco de história sobre a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, uma Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA), criada em 1985.

A Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, foi fundada a 31 de Outubro de 1985.É uma associação independente, apartidária, de âmbito nacional, sem fins lucrativos e constituída por cidadãos que se juntaram em torno do mesmo interesse pela Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais e na Defesa do Ambiente em geral, numa perspectiva de desenvolvimento sustentado.

A Associação designa-se QUERCUS, por serem os Carvalhos, as Azinheiras e os Sobreiros (cuja designação comum em latim é: Quercus) as árvores características dos ecossistemas florestais mais evoluídos que cobriam o nosso país e de que restam, actualmente, apenas relíquias muito degradadas.

Desde a sua fundação, a QUERCUS tem vindo a ocupar na sociedade portuguesa um lugar, simultaneamente irreverente e construtivo, da defesa das múltiplas causas da natureza e do ambiente.Este estatuto foi progressivamente conquistado através de uma conduta atenta ao real, sem perder o ponto de referência fundamental dos princípios, nem se afastar das necessidades de complementar a denúncia crítica com o esforço para a construção de consensos na sociedade portuguesa, sem os quais nenhum efectivo modelo de desenvolvimento sustentável será possível no nosso país.

Uma das características da Quercus é a sua descentralização. De facto, existem Núcleos regionais da QUERCUS espalhados um pouco por todo o país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira. Em 1992, a Associação recebeu o Prémio Global 500 das Nações Unidas e o título de membro honorário da Ordem do Infante D. Henrique, atribuído pelo Senhor Presidente da República, Dr. Mário Soares.


Parcerias para a adoção de animais

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"Eles são muitos, mas ninguém sabe dizer ao certo quantos. Numa cidade como São Paulo, a população de animais de rua ainda é desconhecida. Ao menos uma coisa é certa: eles não cabem nos abrigos existentes, tanto nas ONGs quanto no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da prefeitura."

Essa semana a Folha Online publicou uma matéria falando sobre os animais abandonados que vivem na cidade de São Paulo. Estima-se que cerca de 1 milhão estejam hoje nessa situação. Como os eventos de venda de cães e gatos estão proibidos em ruas, praças e parques e as feiras de adoção precisam de aprovação da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, as ONGs criaram parcerias com pet shops e estão realizando o processo de adoção em seus próprios abrigos, além de utilizar cada vez mais a internet.

A matéria (clique no link acima para acessá-la) disponibiliza várias informações, para aqueles que desejam adotar um animal, incluindo endereços de instituições e sites na internet.

Mas além de iniciativas como esta, no sentido de incentivar a adoção, precisamos também, junto com os órgão públicos competentes e as ONGs, divulgar campanhas e iniciativas para a conscientização da população sobre a posse responsável, uma das maiores causas do abandono. Infelizmente, muitas pessoas parecem acreditar que os animais não merecem respeito e são meros "brinquedos", que podem ser descartados quando a brincadeira "perde a graça".

Outra questão importante é a castração, pois ela ajuda a evitar a superpopulação. Campanhas nesse sentido poderiam ser feitas anualmente a exemplo do que acontece com a vacinação contra raiva. É melhor combater a causa do que tentar amenizar as consequências. Os custos seriam muito menores (em todos os sentidos) e não teríamos que ver tantos animais sofrendo com maus-tratos nas ruas ou largados em centro de zoonoses pelo país, esperando a hora de terem a sua sentença cumprida.

Discoteca verde - Que tal produzir energia dançando?

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Bom, essa é uma das propostas de uma discoteca de Roterdã. Depois da calçada ecológica, os holandeses dizem ter criado a casa noturna "mais verde do mundo". De acordo com os proprietários da Watt, os frequentadores serão a principal matriz energética! A idéia é simples: sensores instalados sob o piso captarão a energia gerada por eles, enquanto estiverem dançando. Algo em torno de 5 a 10 watts por pessoa, podendo chegar à vinte, dependendo do ritmo empregado. Para estimulá-los, um gráfico mostrará a quantidade de energia produzida.

A discoteca adotará, ainda, outras medidas ligadas ao conceito de sustentabilidade, entre elas, o aproveitamento da água da chuva, oferecimento de bebidas e comidas orgânicas, utilização de copos 100% recicláveis e de lâmpadas que gastam 85% menos de energia, além de comprar uniformes para seus funcionários de empresas que comprovadamente respeitam o meio ambiente.

Segundo as informações publicadas no Globo Online (clique no link, para ver a matéria completa), empresários do Brasil, EUA, Portugal e Grã-Bretanha já estariam interessados na criação de discotecas auto-sustentáveis. O projeto foi desenvolvido por duas universidades e empresas associadas.

Ação e Reação - Uma hora voltará para você ...

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Vídeo muito legal produzido para a WWF, no mesmo estilo da campanha premiada no FIPTUR 2008 (Sustentabilidade - Comprometa-se com essa idéia!), realizada pela agência DM9. No site do Festival Internacional de Publicidade do Turismo e Ecologia você encontrará um vídeo com todas as peças publicitárias premiadas durante o evento.

O que é Live Action?

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Imagens: Crepúsculo Live Juiz de Fora
O Live Action é uma modalidade de RPG, que se aproxima e muito de uma peça de teatro. A diferença é que, assim como ocorre no RPG de mesa, os jogadores/personagens não possuem falas predeterminadas. Os narradores/diretores seguem um roteiro básico, o qual chamamos de plot, mas os jogadores estão livres para agirem da forma que desejarem, atentando, é claro, para as características e objetivos de seus personagens no live.
Diferentemente do RPG de mesa, os jogadores podem utilizar-se de roupas, acessórios e da própria expressão corporal, para caracterizarem seus personagens. Por outro lado, a imaginação ficará de certa forma limitada, tendo em vista a impossibilidade de realizar-se determinadas ações, como as de combate e outras peripécias físicas. Ou seja, no geral, o jogo é conduzido da mesma forma que uma peça, onde os atores ficam impossibilitados de representarem determinadas cenas, que seriam possíveis em um filme ou em uma novela, mas não no teatro, seja pela falta de aparato técnico e/ou de segurança.
Assim como no teatro, é montado um cenário para a realização do jogo em um determinado local, que pode ser uma casa, um sítio ou até mesmo, ao ar livre. Como a ação é "ao vivo", se houver um desentendimento entre os personagens, não poderá ocorrer, obviamente, um combate físico, já que isto colocaria em risco a integridade física deles. Neste caso, cada jogador irá declarar a sua ação aos narradores e estes realizarão testes, de acordo com os atributos e habilidades de cada personagem. O resultado dos testes determinará o "vencedor". Estes poderão ser realizados através de dados, cartas ou qualquer outro meio escolhido pelos mestres e jogadores, conforme as regras do sistema de jogo adotado.
No caso do live de Crepúsculo em Juiz de Fora, os narradores utilizam um programa de celular, para verificar os sucessos e fracassos das ações realizadas pelos personagens.

Podemos consumir de forma consciente?

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consumo consciente, produtos, empresas, Imagem: SXC


"O consumo consciente visa transformar
o ato de consumir em um ato de cidadania.
Em adição ao bem estar pessoal,
o consumidor consciente considera,
em suas escolhas de consumo,
as possibilidades ambientais
e as necessidades sociais."
pelo Consumo Consciente

Segundo o Guia do Consumo Consciente, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, um consumidor é considerado consciente quando: "valoriza e divulga empresas que procuram ser socialmente responsáveis; se preocupa com o impacto da produção e do consumo sobre o meio ambiente; busca a melhor relação entre preço, qualidade e atitude social em produtos e serviços oferecidos no mercado; atua de forma construtiva junto às empresas para que elas aprimorem seus processos e suas relações com a sociedade e mobiliza outros consumidores para a prática do consumo consciente.
Além de várias informações importantes sobre o tema (clique no link acima para acessar o artigo completo), o texto traz alguns dados bastante interessantes: de acordo com uma pesquisa realizada em 23 países, 25% dos consumidores dizem já terem prestigiado ou punido empresas por sua atuação social, enquanto 40% desejam punir empresas por não considerá-las como socialmente responsáveis.
E o que tem de interessante nisso? Simples. O poder que temos enquanto consumidores de influenciar os valores e as práticas de uma determinada empresa no momento em que escolhemos ou rejeitamos suas marcas e produtos. Assim, se ela não obtém os resultados que deseja, terá que se adequar às novas exigências do mercado, e é justamente nessa hora que podemos fazer a diferença. Então, quando for às compras, pense nisso! Valorize e divulgue empresas que atuam de forma a respeitar seus colaboradores, a sociedade e o meio ambiente.
Quer um exemplo de como a divulgação de informações nesse sentido pode fazer a diferença? Outro dia, vi em um site, que infelizmente não me lembro o nome agora, um artigo que falava de empresas que não testavam seus produtos em animais. Pois bem, um tempo depois, ao passar pela seção de cosméticos de um supermercado, me deparei com a linha de produtos da Eh (www.ehcosmeticos.com.br) e na hora pensei: "por que não experimentar?". Ou seja, aquela informação divulgada no site influenciou positivamente na minha decisão de compra. E é assim que as coisas começam.
Mudanças de hábitos demandam tempo. Mas cedo ou tarde teremos que pensar nisso, se é que queremos deixar alguma coisa para as futuras gerações. Se você tem um blog ou site, divulgue projetos, ações, iniciativas, empresas, associações etc. Nós estamos em uma grande rede e talvez o grande mérito da internet seja justamente esse, o de reunir num só lugar pessoas que de outro modo não teriam como trocar idéias. Pense nisso!
E você leitor, já prestigiou ou deixou de prestigiar determinada empresa por considerá-la ou não socialmente responsável?

Sustentabilidade - Novas oportunidades de negócios

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negócios, sustentabilidade, meio ambiente, produtos, serviços, consumidores, instituto ethos, empresas, oportunidades Imagem: SXC
Visitando o site do Instituto Ethos, encontrei esse artigo interessante, publicado originalmente no jornal Correio do Povo, de 28/08/08, que aborda o tema da sustentabilidade, sob a ótica, inclusive, da geração de novas oportunidades de negócios para micro, pequenas, médias e grandes empresas.

Segundo as informações disponíveis no site, o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma organização não-governamental criada com a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa. Seus 1346 associados – empresas de diferentes setores e portes – têm faturamento anual correspondente a aproximadamente 35% do PIB brasileiro e empregam cerca de 2 milhões de pessoas, tendo como característica principal o interesse em estabelecer padrões éticos de relacionamento com funcionários, clientes, fornecedores, comunidade, acionistas, poder público e com o meio ambiente.

Idealizado por empresários e executivos oriundos do setor privado, o Instituto Ethos é um pólo de organização de conhecimento, troca de experiências e desenvolvimento de ferramentas que auxiliam as empresas a analisar suas práticas de gestão e aprofundar seus compromissos com a responsabilidade corporativa. É hoje uma referência internacional no assunto e desenvolve projetos em parceria com diversas entidades no mundo todo.O Instituto Ethos trabalha em cinco linhas de atuação.

1. Ampliação do movimento de responsabilidade social empresarial. Sensibilização e engajamento de empresas em todo o Brasil, articulação de parcerias, sensibilização da mídia para o tema da RSE, coordenação da criação do comitê brasileiro do Pacto Global da ONU etc.

2. Aprofundamento de práticas em RSE. Indicadores Ethos de RSE – incluindo versões para micro e pequenas empresas e para alguns setores da economia –, Conferência Internacional anual, para mais de 1.000 participantes, constituição de redes de interesse, promoção da publicação de balanços sociais e de relatórios de sustentabilidade e produção de publicações e manuais práticos.

3. Influência sobre mercados e seus atores mais importantes, no sentido de criar um ambiente favorável à prática da RSE. Desenvolvimento de critérios de investimentos socialmente responsáveis com fundos de pensão no Brasil, desenvolvimento de programa de políticas públicas e RSE e participação em diversos conselhos governamentais para discussão da agenda pública brasileira.

4. Articulação do movimento de RSE com políticas públicas.

a) desenvolvimento de políticas para promover a RSE e desenvolver marcos legais;
b) promoção da participação das empresas na pauta de políticas públicas do Instituto Ethos;
c) fomento à participação das empresas no controle da sociedade, por meio de acompanhamento e cobrança das responsabilidades legais, transparência governamental e conduta ética;
d) divulgação da RSE em espaços públicos e eventos;
e) estruturação de processos de consulta a membros e parceiros da companhia.

5. Produção de informação. Pesquisa anual "Empresas e Responsabilidade Social – Percepção e Tendências do Consumidor", produção e divulgação de conteúdo e um site de referência sobre o tema na internet, coleta e divulgação de dados e casos das empresas e promoção de intercâmbio com entidades internacionais líderes no tema da responsabilidade social.

Artigo "Sustentabilidade como meta empresarial"

Na medida em que os consumidores vão se tornando mais exigentes em relação aos produtos que adquirem, instituindo novos hábitos de consumo e exigindo uma nova cadeia de produção, armazenamento e comércio de bens e serviços, novos campos vão se abrindo para a atuação das empresas.

Assim, micros, pequenas, médias e grandes empresas podem participar do esforço comum pela preservação do meio ambiente sem abrir mão da produtividade e dos seus lucros. Os investimentos tendem a ter retorno num curto espaço de tempo, além da fidelização do cliente.

Pesquisas têm indicado que 3% dos consumidores apresentam disposição bem definida para pagar mais por um produto que seja sustentável. O número ainda é pequeno, mas está em alta. Também há a constatação de que o acréscimo de 10% no valor final do bem pode ser decisivo para que ele tenha sustentabilidade e possa ser produzido sem qualquer grau de agressão à natureza.

A preocupação ambiental por parte das empresas deve abarcar não somente seus colaboradores, mas também seus fornecedores. Se a empresa, ao fabricar um bem, fizer um descarte de material, isso poderá ser aproveitado para reciclagem numa cooperativa de catadores, por exemplo, gerando emprego e renda.

Também muitas empresas grandes vêm apresentando a preocupação de qualificar seus trabalhadores, de forma a que eles, com melhor educação, possam interagir de forma mais eficiente com os lugares onde vivem, tornando-se preservacionistas. Nisso entra a alfabetização e os ensinos básico e médio. A informação é um dado fundamental na luta pela preservação do meio ambiente, modificando hábitos e conceitos. Um cidadão mais informado certamente irá exigir produtos advindos de uma cadeia produtiva positiva, que não representem perigo para a natureza.
Essa prática das empresas precisa contar com o incentivo do poder público. A União, os estados e os municípios podem e devem estabelecer convênios que ajudem a aprimorar as relações de consumo em suas áreas de abrangência. Os recursos de bancos oficiais, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), devem financiar programas que ajudem as empresas a trilhar o caminho da sustentabilidade.